31 dezembro, 2007

Feliz 2008!!!!

Em 2008, desejo mais Jesus e menos religião... Mais amor, paz, compreensão e sucesso... Menos poluição, políticis fdp e principalmente que as pessoas abram os olhos que vejam que elas têm o poder de mudar as coisas...

20 dezembro, 2007

I'm Sorry...

Olá Galera,
Infelizmente não consigo mais postar no meu bloguinho tão querido... Não vou ser otimista e dizer que é por pouco tempo, não sei quando vou poder postar algo novamente... Mas eu juro que um dia eu volto!

OBRIGADA PELO CARINHO....

04 dezembro, 2007

POBD


Até que não fui tão mal assim na prova de POBD - Projeto e Organização de Banco de Dados. Mas com certeza vou para G2. It sucks!!!

03 dezembro, 2007

Desanimada


Descobri que não sei nada de banco de dados... Não de banco de dados em si, mas da maneira como deveria saber para ir bem na prova hoje... É que as ferramentas nas quais temos que nos basear, são um tanto quanto... Como dizer? Na real eu desaprendi algumas coisas e reaprendi outras de uma maneira não muito funcional, é como emburrecer... Ai Zeus!!! O que eu vou fazer? :-(

30 novembro, 2007

Correria...

Hoje a correria é para a prova de Tópicos em T.I... Governança de T.I, ITIL, Cobit, SLA, SCM, ISO17799, SOX, CMM, ROI, e-business... Ai Zeus, somebody save-me!!! É uma sopa de letrinhas... Mas eu vou papar ela e não o contrário. Quem consegue tirar nota 10 em Matemática Financeira e 9.3 em estatística consegue passar por esta... mesmo que seja uma sopa de letrinhas... Huahuahuahauhaua!!! Férias, estou cada vez mais próxima de ti e nunca na minha vida te quis tanto!!!
Ainda pensando em "Last Night"... I need you and you need me... I'll never let you go... I'll always love you so... your heart belongs to me... Ai que música linda!!!

Elis Regina Poderosa

Poxa, tava olhando as pastas compartilhadas de música e achei uma com músicas da Elis. Não tenho nenhum Cd dela, mas gosto bastante dela e de suas músicas... Comei a escutar suas músicas e lamentei por sua morte tão precoce. Caramba, a voz desta mulher é poder puro... Saí atrás de mais informações para postar aqui no blog e descobrI que ela foi a primeira pessoa a registrar sua voz como instrumento... E de fato era! Voz gloriosa, cheia de emoção... Ela cantava com muita emoção... Era perfeita! Pena que caiu na bobeira de se drogar, ai danou-se tudo... Lamentável! :-(

A marca da estrela

Cheia de vitalidade nos seus 36 anos, Elis Regina de Carvalho Costa deixou na música brasileira sua marca de estrela. Vinte anos após a morte, ela ainda é considerada a maior cantora que o país já teve. Uma reputação construída arduamente. Elis passou metade da vida em estúdios, distribuindo uma voz impecavelmente afinada por 27 álbuns. Foram exatamente dezoito anos de carreira. Ela era a dona da mais perfei­ta alquimia entre técnica e emoção e vestia a fama como se fosse um daque­les vestidos caros, que, por belos, de­vem ser sempre trocados. A cada vitória ela safa, inquieta, em busca de uma nova parada: “Sempre vou viver como camicase. É isso que me faz ficar de pé”, confessava.

E foram muitos os vôos vitoriosos dessa estrela desde que ela chegou ao Rio de Janeiro, em 1963, com 18 anos e pouco dinheiro na mala. Aquela pe­quena gaúcha de 1,53 m ("Meu proble­ma são 10 centímetros a mais; então es­taria tudo resolvido", dizia) desceu nervosa numa música popular enriquecida pela melodia da bossa nova e empobrecida pela escassez de intérpretes que levava ao reinado uma Nara Leão, desafinada, porém levemente soturna, como se que­ria.

Agitada, chamaram-na "Pimenti­nha". Movendo os braços para cima e para baixo, foi ridicularizada pelo cro­nista Sérgio Porto, que dizia não saber se ela era "uma cantora que nada ou uma nadadora que canta". Havia nela, porém, uma pessoa enérgica, inquieta e, acima de tudo, uma cantora afinada. Não conseguiu ancorar-se num gênero que lhe garantisse o sucesso comercial, como sucedeu a Maria Bethânia no mo­delo "amor inesquecível". Muito me­nos agarrou-se à repetição de adoráveis recursos, como fazia Roberto Carlos. Fal­tou-lhe a alegria contagiante de Gal Costa e o pique de Rita Lee. Mas tinha algo que faltava a todos e, por isso, quando se procura a voz daquela época, ela está num disco de Elis.

Nascida em Porto Alegre em 17 de março de 1945, Elis começou a cantar em um concurso mirim no Clube do Guri, programa de uma rádio da cidade. Seu primeiro contrato profissional só viria em 1959, quando se apresentou na Rádio Gaúcha de Porto Alegre no programa de Maurício Sobrinho. Um ano depois, gravaria o primeiro compacto simples pela gravadora Continental: Dá Sorte e Sonhando. Sem abandonar os estudos, continuou a profissão de cantora com o lançamento do seu primeiro LP, Viva a Brotolândia, em 1961. Em 1963, Porto Alegre ficou pequena para a voz de gigante de Elis e ela parte para o Rio de Janeiro. E foi assim que o resto do Brasil teve a sorte de conhecê-la. Em abril de 1965, ela conhece o sucesso ao ganhar o I Festival de Música Popular Brasileira da TV Excelsior, com a música Arrastão, de Edu Lôbo.

Logo em seguida foi contratada pela TV Rio e passou a trabalhar ao lado de Jorge Ben, Wilson Simonal e outros. Depois, gravou Dois na Bossa ao lado de Jair Rodrigues, um de seus maiores parceiros. Ao lado também de Jair apresentou um dos programas musicais mais importantes da música brasileira, O Fino da Bossa, que estreou em 1965 na TV Record. A partir daí a carreira solo de Elis decola.

Começou a gravar canções de compositores que se tornariam consagrados como Milton Nascimento, Belchior e Renato Teixeira. Em 1969, fez vários shows em capitais européias. Nos Estados Unidos, ficou popular com o disco Elis e Tom, de 1974. No ano de 1979 participou do Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, e gravou um de seus maiores sucessos, O Bêbado e a Equilibrista, de Aldir Blanc e João Bosco, dupla que lhe forneceria inúmeros sucessos, como Caçador de Esmeraldas, Mestre-sala dos Mares e Dois pra Lá, Dois pra Cá. No começo da década de 1980, experimentou o sucesso nos palcos. Em 1982, no auge da carreira e planejando mais um disco, Elis Regina Carvalho da Costa morreu, deixando um legado importantíssimo para a música brasileira.

Fonte: Veja

29 novembro, 2007

Last night

Nossa, como eu gosto desta música... Meu filho então nem se fala. É uma música triste mas tem uma batida tão gostosa... Impossível não dançar quando ela toca...
P. Diddy - Last Night

[Diddy:]
Last night (last night)
I couldn't even get an answer (answer)
I tried to call (Tried to Call)
But my pride wouldn't let me dial (Dial)
And I’m sitting here (Sitting Here)
With this blank expression (Expression)
And the way I feel
I wanna curl up like a child (Child)

I know you can hear me
I know you can feel me
I can't live without you
God please make me better
I wish I wasn't the way I am

[Keyshia:]
If I told you once, I told you twice,
You can see it in my eyes.
I'm all cried out,
With nothing to say
You're everything I wanted to be.
If you could only see,
Your heart belongs to me.
I love you so much; I’m yearning for your touch.
Come and set me free,
Forever yours I’ll be,
Baby won't you come and take this pain awayyyyy.

[Diddy:]
Last night,
I couldn't even get an answer.
Tried to call,
But my pride wouldn't let me dial.
And I’m sitting here,
With this blank expression
And the way I feel,
I wanna curl up like a child.

[Keyshia:]
I need you,
And you need me.
This is so plain to see,
And I will never let you go and,
I will always love you so.
I will...
If you could only see,
Your heart belongs to me.
I love you so much; I’m yearning for your touch.
Come and set me free,
Forever yours I’ll be,
Baby won't you come and take this pain awayyyyy.

[Diddy:]
Last night,
I couldn't even get an answer.
Tried to call,
But my pride wouldn't let me dial.
And I'm sitting here,
With this blank expression
And the way I feel,
I wanna curl up like a child.

[Diddy:]
Tell me what....words to say,
To make you come back,
And break me like that.
And if it matters I’ll rather stay home,
With you I’m never alone.
Don't want to wait till you're gone,
Don't ever you be, just don't leave me.

[Diddy:]
Last night,
I couldn't even get an answer.
Tried to call,
But my pride wouldn't let me dial.
And I’m sitting here,
With this blank expression.
And the way I feel,
I wanna curl up like a child.

[Keyshia:]
I need you,
And you need me.
This is so plain to see,
And I will never let you go and,
I will always love you so.
I will...
If you could only see,
Your heart belongs to me.
I love you so much, I’m yearning for your touch.
Come and set me free,
Forever yours I’ll be,
Baby won't you come and take my pain awayyyyy.

[Diddy:]
Last night,
I couldn't even get an answer.
Tried to call,
But my pride wouldn't let me dial.
And I’m sitting here,
With this blank expression
And the way I feel,
I wanna curl up like a child.

[Keyshia:]
I'm so alone I’m soooo lonelyyyyy,

Why don't you pick the phone,
And dial up my number,
And call me a baby,
I'm waiting on you.

Why don't you pick the phone?
And dial up my number,
Just call me a baby,
I'm waiting on you.

[Phone dialing and ringing]

[Diddy:]
Hello
Hey waz-up
I've been tryin' to reach you all night
That shit ain't funny not picking up the mutha fucking phone
Better stop fucking playing with a nigga's feelings like that
You know how much I love you though right?
But for them couple of seconds though,
When I couldn't get in touch with you
I'm ready to come over your house and shoot that mutha fucker up
You better fucking not be there when I get over that house
[Laughing]
That's really how it goes down right?

In Doubt...

Qual tipo devo escolher?

O modelo tradicional? Ouro branco? Trabalhada?

28 novembro, 2007

Orgulhosa de mim mesma II

Tá, nem é algo tão extraordinário assim tirar 9.3 em estatística... Mas para mim é como lavar a alma, é o reconhecimento do meu esforço... Dez em matemática financeira é ainda melhor... É que geralmente estas são aquelas cadeiras que dão pânico na galera, que assuta todo mundo, que a maioria fica torcendo para ter média para ir pra G2. Aí eu, que sempre me borrei de medo das "cadeiras mais difícies" do curso, consigo passar em G1 e com notas altas na reta final... É mesmo para se comemorar!!! E é isto que to fazendo!!! Uhuuuuuuuuuu!!!

27 novembro, 2007

A marca de 1000 visitas!!!

Nossa, nem acredito, em tão pouco tempo meu humilde blog já chegou a esta marca! 1000 VISITITAS, alcançadas no dia de hoje! Obrigado a todos pelas visitas e não se acanhem, podem comentar. Não vale me falar por e-mail, telefone, na facul ou na rua...

Meu blog tá muito chique, além de gente do Brasil inteiro, recebo visitas de pessoas do Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Espanha, Portugal... e vários outros países.

A Nessa, do blog
Simplesmente Nessa foi a visitante número 1000. Thank you!

Apenas um sorriso

O texto abaixo é do David Coimbra... Como eu não tenho o dom das letras, acabo por publicar textos alheios, fazendo apenas algum comentário sobre.
Acho que já falei que algumas músicas têm o dom de cantar nossas dores, nossos sentimentos, nossos amores, nossas vidas, como se tivessem sido feitas para nós. O mesmo acontece com um poema, um texto, um sermão na igreja, uma palestra no centro espírita...

O texto abaixo me fez refletir bastante... Me fez lembrar do quanto eu era “rebelde” e por muitas vezes até cruel com meus pais, sempre irritadinha e cheia de razão, achando que sabia tudo e que eles eram ultrapassados e não sabiam de nada... Isto foi no início da adolescência! Confesso que nunca tive muita paciência com seus sermões, embora na maior parte das vezes ouvisse sem contestar, afinal, eles falariam de qualquer jeito, então era melhor só escutar, sem falar nada para acabar logo.

Só que um dia, tudo mudou... Eu virei mãe! Aí eu comecei a rir de mim mesma quando me dei conta dos meus erros, mas não fiquei me condenando não, afinal de contas só quando se é mãe (ou pai) a ficha cai... Antes mesmo de ser mãe, já estava retornando para meus pais, afinal eu já era adulta. As vezes ainda olho para minha mãe e sorrio, sempre tão resmungona, sempre querendo controlar tudo, incluindo nossas vidas, sempre querendo dar palpite... e penso no quanto ela é mãe, me lembro a todo momento da velha frase, tão repetida por ela “O dia que tu for mãe tu vai entender”... Ela tinha razão, eu entendi.



Apenas um sorriso

Quando minha avó ia sair de casa para morrer, fui visitá-la. Já nem caminhava mais, abalada pelo câncer. Naquele dia, seria transferida para o hospital. Fiquei um tempo ao pé da sua cama, despedi-me, beijei-a, já ia saindo, e ela me chamou.

— Que foi, vó?


Começou a fazer força para levantar. Apoiava-se no colchão, soerguia-se com dificuldade, arfava. Protestei:

— Onde a senhora vai, vó?

Não me deu ouvidos. Pôs-se de pé e saiu arrastando as pernas cansadas pela casa, eu atrás, perguntando o que ela queria fazer, jurando que faria para ela, reclamando. Ela foi até a despensa, atrás da cozinha, e de lá tirou um guarda-chuva. Estendeu-o para mim:

— Está chovendo. Tens que te cuidar.

Em seguida, voltou para cama, para não mais se levantar.
Muito pensei sobre esse gesto da minha avó, praticamente o último da sua vida ativa. Um gesto de amor. Quantas vezes ela fez algo parecido por mim, bem como meu avô, minha mãe, minha madrinha... Quantas vezes. E eu? O que lhe dava em troca? Eu, mais preocupado com o que fazer no fim de semana, com a namorada, com o chopinho com os amigos, eu lhe dava quase nada, eu lhe oferecia migalhas, e muito lamentei por isso, depois que ela se foi.

Mas hoje, com meu filhinho nos braços, entendo a minha avó. Porque ele é tão pequeno, ele não tem nada para me dar, além de um sorriso. Um sorriso, apenas, um pequeno sorriso. Só que... não preciso de mais. O que sinto por ele preenche o espaço de amor que existe entre nós.
Assim, um sorriso já é a minha boa recompensa. Um sorriso é o que me basta. Tomara que tenha dado sorrisos bastantes para a minha avó, tomara, tomara, tomara que pelo menos sorrisos não lhe faltasse, porque o amor que ela tinha por mim não faltou.
Texto publicado em 19/11/07 no caderno Meu Filho de Zero Hora

Fungole.com: Try my best

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