Merielen

08 março, 2010

Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo


Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada Social Psychology Quarterly. (Capaz? Isto eu já sabia)
De acordo com o autor do estudo, o especialista em psicologia evolutiva da London School of Economics, Satoshi Kanazawa, "homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes". (Normal! Pode ver, os homens que traem suas parceiras são tão retardados e usam desculpas tão idiotas para justificar. Por exemplo: “É coisa de homem”, “É da natureza masculina”, “Foi fraqueza”... Nunca ouvi um admitir: “Traí porque sou um canalha”. É óbvio que não to falando das mim... Veja, os amigos contam para as amigas mulheres que traíram, os nossos pares não contam, eles negam até o final...Óbvio!)
Kanazawa analisou duas grandes pesquisas americanas a National Longitudinal Study of Adolescent Health e a General Social Surveys, que mediam atitudes sociais e QI de milhares de adolescentes e adultos.
Ao cruzar os dados das duas pesquisas, o autor concluiu que as pessoas que acreditam na importância da fidelidade sexual para uma relação demonstraram QI mais alto. (Me conta uma novidade! Ainda bem que agora existem dados científicos para comprovar o que eu sempre defendi... Adoro quando isto acontece! Um monte de gente me chama de louca e diz que to viajando... Aí quando menos se espera aparece uma pesquisa científica para comprovar as minhas teorias... Odeio estar sempre certa... Hauhauahuahau!!! To brincando né! Ainda não surgiram dados científicos para provar todas as minhas teorias.)
De acordo com o estudo, o ateísmo e o liberalismo político também são características de homens mais inteligentes. (Esta eu não sabia.)
Evolução
Kanazawa foi mais longe e disse que outra conclusão do estudo é que o comportamento "fiel" do homem mais inteligente seria um sinal da evolução da espécie. (Sem sombra de dúvidas)
Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram "relativamente polígamos", e que isso está mudando. (Oba, isto é bom para as mulheres e bom para os homens também. A maioria – que eu conheço pelo menos – que não traem suas parceiras sente-se gratificados por “resistirem” à tentação... É o que eles dizem)
Para Kanazawa, assumir uma relação de exclusividade sexual teria se tornado então uma "novidade evolucionária" e pessoas mais inteligentes estariam mais inclinadas a adotar novas práticas em termos evolucionários - ou seja, a se tornar "mais evoluídas". (Continuem evoluindo rapazes!)
Para o autor, isso se deve ao fato de pessoas mais inteligentes serem mais "abertas" a novas ideias e questionarem mais os dogmas. (Adoro questionamentos, amo!)
Mas segundo Kanazawa, a exclusividade sexual não significa maior QI entre as mulheres, já que elas sempre foram relativamente monogâmicas e isso não representaria uma evolução. (Ou seja, sempre fomos mais inteligentes! Veja bem, a maioria, porque o que tem de mulher que ta lá atrás na evolução... Eu vou te contar).
Fonte: http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=23551431
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